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“Red Bull Cola” retirado na Alemanha por suspeita de contaminação com cocaína
Escrito por Ana Martins   
08-Jun-2009

 

A ASAE teve conhecimento que a venda do refrigerante “Red Bull Cola” foi suspensa em diversos Estados da Alemanha.

As autoridades alemãs procederam a análises daquele refrigerante as quais demonstraram a presença de resíduos de cocaína em baixa concentração.
Após uma análise preliminar do incidente, as autoridades alemãs revelaram que não existe perigo para a saúde humana pois as concentrações de cocaína encontradas são muito reduzidas, não sendo os efeitos psicotrópicos susceptíveis de surgir.

Este produto é uma bebida aromatizada com extractos de folhas de coca a que foi extraída a cocaína, um dos 10 alcalóides presentes nas folhas desta planta.

De acordo com a empresa, as análises realizadas não revelaram a presença de cocaína, demonstrando a segurança do extracto de coca utilizado na produção da bebida.

O “Red Bull Cola” não está à venda em Portugal, não estando sequer prevista a sua comercialização, de acordo com a empresa. A bebida está a ser comercializada na Áustria, Alemanha, Espanha, Itália, Rússia, Reino Unido, Suíça e EUA.

A ASAE está a acompanhar a evolução deste incidente a nível europeu.

Lisboa, 27 de Maio de 2009.

Actualizado em ( 08-Jun-2009 )
 
CPLP aprova plano de segurança alimentar
Escrito por Ana Martins   
08-Jun-2009
2009-06-08
 
 
 

Os Ministros da Agricultura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) aprovaram, na sua 4ª reunião, um plano de acção em segurança alimentar e a criação de um grupo de trabalho que passa a actuar imediatamente.

Segundo a declaração final da reunião, a primeira tarefa do grupo de trabalho é estabelecer um programa de apoio para a agricultura da Guiné-Bissau.

O ministro português Jaime Silva, que presidiu a reunião, em Brasília afirmou que já no segundo semestre, serão implementadas acções individuais ou colectivas que permitam assegurar aos guineenses maior segurança alimentar e um mínimo de rendimentos na agricultura.

O representante do Governo luso afirma ser necessário que os países mais desenvolvidos da CPLP ajudem a Guiné-Bissau a ter capacidade produtiva própria, já que o país importa mais de 60% daquilo que consome.

Jaime Silva defendeu que têm que passar a uma celeridade estrutural, com transferência de conhecimento, de tecnologia, formando as pessoas localmente.

O Governo português dispôs-se a oferecer tanto a cooperação técnica, como a levar empresários portugueses para investir no país e a procurar programas da União Europeia que possam significar investimentos na área agrícola.

A ministra guineense da Agricultura, Evarista Sousa referiu que a insegurança alimentar é um dos factores de instabilidade na Guiné-Bissau.

Evarista Sousa afirmou que a produção guineense não atinge o consumo interno das populações e este é um dos factores de instabilidade política do país. O desenvolvimento da agricultura é, portanto, uma das prioridades do Governo.

 

A ministra propôs a realização de um colóquio sobre o tema na Guiné-Bissau e pediu aos outros países da Comunidade para mobilizar fundos, trocar experiências e fornecer apoio técnico ao seu país.

Os Estados-Membros vão atender as reivindicações e irão ajudar a reverter esta situação que se agravou com a crise mundial.

A Guiné-Bissau produz actualmente, ainda que não em quantidades suficientes para garantir a segurança alimentar e nutricional de seu povo, cereais, tubérculos, castanha de caju e frutas.

Fonte: Qualfood

Actualizado em ( 08-Jun-2009 )
 
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